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Balão Intragástrico no tratamento da obesidade

Dr. Alysson Amaury

 

O que é o Balão Intragástrico?

O balão intragástrico (BIG) é um recurso clínico de tratamento da obesidade que consiste na colocação de um balão de silicone no estômago por endoscopia que preenche aproximadamente 50% da cavidade gástrica promovendo diminuição do apetite e aumento da saciedade. Quando bem indicado, proporciona uma valiosa oportunidade de reeducação dos hábitos alimentares e melhora da relação do indivíduo com a comida e seus impulsos de fome. É um método de tratamento usado há vários anos que se aprimorou com a melhora da qualidade e segurança dos balões mais modernos.

Como é a colocação e a retirada do Balão Intragástrico?

O processo de colocação é feito com o paciente sob sedação leve(sem necessidade de anestesia) com introdução e preenchimento guiados pela endoscopia e dura em torno de 30 minutos. Embora não seja um procedimento cirúrgico e nem precise de internação, é normalmente realizado em sala totalmente preparada para este tipo de procedimento. Após a colocação é feito o enchimento do balão com 400 a 700 ml de uma solução salina com contraste e corante. O paciente fica com o balão durante 6 a 12 meses quando é então retirado também por endoscopia e sedação.

 

Quais as vantagens do BIG como método de tratamento da obesidade?

As principais vantagens são (1)reversibilidade: o BIG pode ser retirado a qualquer momento no caso de alguma intolerância; (2) segurança: baixo risco de complicações e (3) repetibilidade: o BIG pode ser colocado sucessivas vezes, se necessário. Outra vantagem é que por promover emagrecimento sem necessidade do uso de medicamentos moderadores de apetite com ação no sistema nervoso central é uma boa alternativa para pacientes que apresentam intolerância, contraindicações ou ausência de resposta com estes medicamentos. Entretanto, é importante ressaltar que o BIG é um método temporário (6 a 12 meses), que necessita de forte comprometimento por parte do paciente e ainda possui um custo mais elevado que o tratamento medicamentoso.

Qual a perda de peso esperada com o Balão Intragástrico?

Embora a perda média fique entre 15 a 20% do peso inicial, esta perda é extremamente variável e depende de vários fatores como peso inicial, adaptação, volume de preenchimento, disposição emocional para mudanças, adesão ao controle clínico e nutricional, grau de atividade física, metabolismo basal, etc. A perda mínima esperada para se considerar que o tratamento foi bem sucedido é de 10% do peso inicial mas há vários pacientes que perdem mais de 30kg. A motivação e a disciplina para implantar as mudanças são os grandes determinantes deste resultado.

Como o Balão Intragástrico pode ajudar a emagrecer?

Sabemos que o estômago, quando vazio, secreta a grelina, um potente estimulante do apetite no cérebro e até o momento não existe uma medicação que inibe a secreção deste hormônio. Assim, a distensão do estômago pelo balão causa diminuição da secreção da grelina (reduzindo o apetite) e aumenta a saciedade pela sua ação mecânica sobre o sistema nervoso autônomo.

Para quem está indicado o balão?

O Balão Intragástrico está normalmente indicado para pacientes com obesidade que já tentaram os outros tratamentos clínicos - dieta, atividade física e medicamentos – mas tiveram resposta insatisfatória. É também indicado para aqueles que não toleram medicamentos devido aos efeitos ou não podem usá-los devido a alguma doença ou condição clínica. A Anvisa, órgão regulador do Brasil, aprovou seu uso para pacientes acima do IMC 27 (sobrepeso) e vários estudos já avaliaram o BIG em pacientes pré-obesos com boa resposta e segurança.

Quais são as contraindicações para colocação do Balão Intragástrico?

Antes de se proceder a colocação é importante avaliar se o paciente não possui contraindicações ao BIG como úlcera péptica, hérnia hiatal significativa, passado de cirurgia gástrica, problemas de coagulação, esofagite grave, uso crônico de antiinflamatórios e alcoolismo. Daí a importância de se realizar exames laboratoriais e uma endoscopia prévia. Pode estar ainda indicada uma avaliação psicológica para se avaliar o grau de comprometimento, compreensão e expectativas por parte do paciente. 

Quais os cuidados após a colocação do BIG?

A primeira semana é a que requer mais cuidados devido à adaptação do organismo com a presença do balão. Embora o volume do balão não seja muito diferente do volume de uma refeição usual (considerando a comida e bebida) temos que lembrar que, no caso da refeição, os movimentos do estômago irão promover o seu total esvaziamento o que não ocorre na presença do balão. Por isso, normalmente são prescritos medicamentos para inibir a acidez do estômago bem como as cólicas, náuseas e vômitos que representam uma resposta fisiológica inicial do organismo ao balão. Mesmo com uso da medicação preventiva, 80% dos pacientes apresentam algum episódio de vômito nesta fase de adaptação. Além disso, deve se ter um cuidado especial com a dieta, prescrita e acompanhada por uma nutricionista especializada, inicialmente líquida evoluindo para pastosa e normalizando a consistência com o passar dos dias com grande atenção para a mastigação. Bebidas alcoólicas devem ser totalmente evitadas. O acompanhamento clínico e nutricional – e psicológico quando necessário - é fundamental para que o paciente aproveite ao máximo o benefício proporcionado por este método de tratamento e alcance os resultados desejados.

Quais as possíveis complicações com o Balão Intragástrico?

O BIG é considerado hoje um método de baixo risco comparado a outras formas de tratamento da obesidade como medicamentos e cirurgia bariátrica. Embora sejam muito raras com os balões mais modernos, as principais complicações já relatadas foram esvaziamento do balão e migração para o intestino (geralmente é eliminado na evacuação mas raramente pode ocorrer obstrução), aparecimento de úlcera gástrica, colonização por fungos. Eventualmente pode ocorrer, nos primeiros dias, desidratação por vômitos na fase de adaptação que responde bem a reposição com soro. Estas complicações são raras sobretudo quando há uma indicação criteriosa, uma avaliação médica criteriosa prévia à colocação, escolha de um endoscopista experiente, um acompanhamento clínico-nutricional constante e principalmente se respeita o tempo de duração de no máximo seis meses. As complicações mais observadas nos estudos foram em pacientes que não voltaram para retirada do balão no prazo recomendado, o que denota a importância de uma boa aliança médico-paciente no momento de se indicar este tipo de tratamento. Devido à presença do corante no balão, em caso de esvaziamento do balão, o paciente perceberá uma cor azul na urina ou nas fezes que o alertará para a procura de orientação médica e programação da melhor conduta.

Após a retirada do balão poderá haver recuperação do peso perdido?

De fato, a colocação de um Balão Intragástrico pode ter um efeito apenas transitório se não houver um envolvimento do paciente com as mudanças na alimentação, estilo de vida e principalmente da autoestima que poderão ser alcançadas neste tratamento. Por isso, há um grande enfoque no preparo e acompanhamento profissional para que o paciente não se apoie na ilusão de que apenas preencher o estômago com um balão de silicone irá resolver, de forma mágica, seus problemas. Deve-se lembrar que a recuperação de peso pode ocorrer com qualquer modalidade de tratamento da obesidade (até mesmo nas cirurgias bariátricas) se não houver uma participação ativa do paciente neste processo. Na prática clínica vemos que seis meses costuma ser um tempo suficiente para que, com dedicação do paciente e um acompanhamento clínico especializado, a pessoa tenha condições de emagrecer, reeducar seus hábitos e ganhar mais saúde. E que após a retirada, o paciente esteja pronto para se beneficiar dos diversos recursos disponíveis para prevenção da recuperação de peso

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O que é a endoscopia digestiva alta ? 
A endoscopia digestiva alta, também chamada de gastroenteroscopia ou simplesmente endoscopia, permite ao médico examinar a mucosa da parte superior do seu trato gastrintestinal, que inclui esôfago, estômago e duodeno ( primeira porção do intestino delgado ). O médico utiliza um tubo fino e flexível, chamado endoscópio, que possui lentes e luz próprias, permitindo a visibilização da mucosa através da outra extremidade do aparelho ou de um monitor de video. Se seu médico recomendou uma endoscopia digestiva alta, este folheto poderá esclarecer alguns tópicos básicos sobre este procedimento – como é realizado, como pode ajudar e que efeitos colaterais você pode experimentar. Se ficar com alguma dúvida, pergunte ao seu médico.

 

Porque a endoscopia digestiva alta é realizada ? 
Este exame permite ao seu médico avaliar, entre diversos sintomas, dor abdominal, náusea, vômitos e dificuldades de engolir. Também é um teste excelente para descobrir a causa de sangramentos do trato gastrintestinal alto. É mais preciso que raios-x para detectar inflamações, úlceras e tumores. Seu médico também pode solicitar a endoscopia digestiva alta para obter biópsias ( pequenas amostras de tecido ) para diversos fins, como diagnosticar a presença de Helicobacter pylori , uma bactéria que causa gastrites e úlceras. A endoscopia também pode ser utilizada para o tratamento de diversas doenças, como dilatação de áreas estreitadas, interromper sangramento de úlceras, ocluir varizes no esôfago e retirada de tumores benignos e malignos, com pouco ou nenhum desconforto.

 

O que devo fazer antes do exame ? 
Ao final deste texto, está descrito o preparo recomendado.

 

Posso tomar minhas medicações habituais ? 
A maioria dos remédios pode ser utilizada normalmente, mas algumas podem interferir com o preparo do exame. Informe seu médico sobre os medicamentos que está tomando, especialmente AAS e similares, medicações para reumatismo, anticoagulantes, insulina, calmantes e antidepressivos. Também não esqueça de avisar sobre alergias e reações anteriores a medicamentos.

 

Quem não pode realizar o exame ? 
Todos podem realizar este exame, mas alguns cuidados a mais devem ser tomados em quem tem problemas cardíacos, respiratórios, neurológicos e aqueles com alergia a medicações.

 

O que acontece durante a endoscopia digestiva alta ? 
A primeira coisa após deitar-se na mesa de exames é receber uma medicação em spray na garganta, anestésico local que deixará sua garganta dormente para diminuir a reação de náusea provocada pelo aparelho. Poderá ainda tomar uma medicação líquida para diminuir os gases após o exame e retirar a espuma que recobre o estômago, facilitando o exame. Em geral, utiliza-se um sedativo aplicado pela veia para ajudar a relaxar e, na maioria das vezes, dormir durante o exame. A endoscopia pode ser realizada sem isso, mas recomenda-se que seja feita pois o desconforto torna-se muito menor. Se optar por realizar o exame com sedação, esta será administrada lentamente até a dose adequada e você esteja sonolento ou dormindo.

 

Depois disso, será colocada uma peça oca na boca, através da qual o endoscópio é introduzido pela sua boca e garganta até o esôfago, estômago e duodeno. O endoscópio não prejudica a respiração , mas é possível que apresente náuseas, que melhoram depois que aparelho passou pela garganta . Para analisar o estômago adequadamente, é necessário que ele esteja cheio de ar, o que é feito pelo endoscópio. Isso pode causar a sensação de peso e vontade de arrotar, mas procure manter o ar no estômago até o final do exame, se estiver consciente. Um exame comum dura menos de 10 minutos, sendo muito bem tolerado pela maioria das pessoas.

 

O que acontece após a endoscopia digestiva alta ? 
Você será monitorizado por profissional qualificado e aparelhos até que a maioria dos efeitos da medicação desapareça. Sua garganta pode ficar um pouco desconfortável e pode sentir necessidade de arrotar pelos gases que foram introduzidos no seu estômago durante o exame. Se recebeu sedativos para a realização do exame, alguém deve levá-lo para casa e ficar com você. Mesmo que esteja acordado e disposto, seu raciocínio e reflexos podem ficar prejudicados pelo resto do dia. Você pode comer normalmente após o exame, só devendo aguardar que a anestesia da garganta perca o efeito para não correr o risco de engasgar.

 

Quais são as possíveis complicações da endoscopia digestiva alta ? 
Apesar de possíveis, as complicações são raras quando é realizada por médicos que foram especialmente treinados e experientes nestes procedimentos. A mais comum é o sangramento local após uma biópsia ( retirada de fragmento da mucosa para exame ) ou polipectomia ( retirada de pólipos ), mas geralmente é pequeno e pára sozinho. Outros riscos potenciais incluem reação aos sedativos utilizados, complicações de doenças do pulmão ou coração e perfuração. É importante reconhecer sinais iniciais das complicações. Se você apresentar febre, dificuldades para engolir e dor na garganta, no peito ou no abdome que seja intensa ou que aumente progressivamente, contate seu médico.

 

 

 

Intolerância à lactose é o nome que se dá à incapacidade parcial ou completa de digerir o açúcar existente no leite e seus derivados. Ela ocorre quando o organismo não produz, ou produz em quantidade insuficiente, uma enzima digestiva chamada lactase, que quebra e decompõe a lactose, ou seja, o açúcar do leite. Como consequência, essa substância chega ao intestino grosso inalterada. Ali, ela se acumula e é fermentada por bactérias que fabricam ácido lático e gases, promovem maior retenção de água e o aparecimento de diarreias, flatulência e cólicas. A severidade dos sintomas dependerá da quantidade de lactose ingerida assim como da quantidade de lactose que seu organismo tolera.Existem vários testes de tolerância à lactose. O teste de tolerância à lactose pelo hidrogênio expirado é considerado o melhor exame para o diagnóstico da intolerância à lactose, pois, além de apresentar grande sensibilidade e especificidade, é um exame não invasivo (sem coleta de sangue) e totalmente indolor, o que facilita sua realização em crianças.

 

O que é intolerância à lactose?

A intolerância à lactose existe quando a criança ou adulto apresenta deficiência da enzima lactase. A lactase é responsável pela digestão da lactose, que é um açúcar presente no leite de vaca e seus derivados. Nos casos de deficiência da lactase, a lactose ingerida não é digerida nem absorvida e acumula-se na luz do intestino, ocasionando os sintomas da intolerância à lactose: flatulência (gases), meteorismo (aumento dos ruídos intestinais), distensão abdominal, dor abdominal, cólicas, diarréia e, eventualmente, náuseas e vômitos.

 

Como saber se seu filho tem intolerância à lactose?

O teste respiratório com hidrogênio expirado é atualmente o teste de tolerância à lactose mais sensível e específico para avaliação de casos suspeitos de intolerância à lactose.

 

Como funciona?

Na deficiência da lactase, a lactose não absorvida sofre fermentação pela flora bacteriana presente na luz intestinal. A fermentação da lactose forma o gás hidrogênio, que se espalha na corrente sanguínea e em seguida, nos alvéolos, podendo ser detectado pelo ar expirado. Portanto, as crianças com intolerância à lactose apresentam concentrações mais elevadas de hidrogênio no ar expirado após ingestão de lactose, permitindo o diagnóstico pelo teste do hidrogênio expirado. A concentração de hidrogênio expirado pode ser facilmente mensurada com a utilização de um equipamento manual de teste respiratório.

 

Meu filho vai fazer o teste de tolerância à lactose pelo hidrogênio expirado: como devo proceder?

Para o diagnóstico de intolerância à lactose, mensura-se a concentração de hidrogênio expirado antes e após a ingestão de lactose. Na noite anterior ao exame, o paciente deve fazer uma refeição leve, idealmente com baixa quantidade de leite e fibras provenientes de sucos, frutas e verduras, e sem nenhum tipo de alimento fermentativo, tais como feijão, ervilha, lentilha, brócolis, repolho, açucares e doces. Todos os laxantes, em especial a lactulona, devem ser evitados nos três dias que antecedem o exame. A primeira coleta de ar expirado deve ser em jejum de 4 horas para lactentes e de 8 horas para crianças maiores de dois anos, adolescentes e adultos. Após a primeira coleta é administrada a lactose e são feitas novas coletas em intervalos de 30 minutos por 2 a 3 horas. O resultado é imediato e o diagnóstico dado através da interpretação, por um gastroenterologista, da curva de absorção de lactose.

 

O teste do hidrogênio expirado é utilizado apenas na suspeita de intolerância à lactose?

Não. O teste do hidrogênio no ar expirado também pode ser utilizado na suspeita de má absorção e/ou intolerância a outros carboidratos e de supercrescimento bacteriano no intestino delgado, sendo, portanto, excelente na investigação das seguintes patologias:


• Má absorção de sacarose e frutose;
• Intolerância à frutose (frutas e mel)
• Má absorção de sorbitol e xilitol (carboidratos usados como adoçante);
• Monitorização da doença celíaca, doença inflamatória intestinal e outras patologias que determinam intolerância secundária à lactose;
• Supercrescimento bacteriano no intestino delgado;
• Tempo de trânsito intestinal.

 

Quando realizar o teste de tolerância à lactose pelo hidrogênio expirado?

O teste do hidrogênio expirado é excelente método para diagnóstico diferencial da diarréia persistente e crônica, dor abdominal, excesso de gases, aumento dos ruídos intestinais e distensão abdominal, sintomas que podem ser decorrentes da má absorção de açucares (lactose, sacarose, frutose, sorbitol e xilitol) e do supercrescimento bacteriano.

 

Quais as vantagens do teste do hidrogênio expirado?
• Grande sensibilidade e especificidade: teste padrão ouro para o diagnóstico da intolerância à lactose;
• Pode ser realizado em adultos e crianças de qualquer idade;
• Teste não invasivo (sem retirada de sangue) e totalmente indolor;
• Diagnóstico imediato e detalhado por laudos descritivos com ilustração gráfica;

 

O que é a pHmetria esofágica ?

A pHmetria esofágica é um exame onde é medida a quantidade de ácido que sobe do estômago para o esôfago durante 24 horas, e quanto tempo esse ácido permanece no esôfago. É normal que o ácido suba do estômago para a parte final do esôfago algumas vezes ao dia, mas que permaneça lá pouco tempo. Se o ácido sobe até a garganta ou reflui ao esôfago muitas vezes ao dia ou fique parado no esôfago por muito tempo, isso pode levar a doenças como esofagite, úlceras, tosse crônica, asma e outras. A pHmetria é o único exame que permite a análise adequada do que acontece com o ácido no esôfago e ajuda a orientar o seu médico qual o melhor tratamento.

 

Como é feito o preparo para a pHmetria?

Uma vez que o exame consiste na introdução de um cateter através da narina, faringe e esôfago, até o estômago, algumas pessoas poderão apresentar náuseas e vômitos, o que será um problema se o estômago estiver cheio. Portanto, é necessário que você esteja em jejum de pelo menos 4 horas no dia do exame.

Antes de iniciar o procedimento, será colocada pequena quantidade de Xylocaina geléia (um anestésico tópico) na narina a ser utiliza.Essa sonda fica conectada a um aparelho que grava as informações do exame e que pode ser preso à cintura e um eletrodo que fica preso à pele através de um adesivo.

Após a instalação do aparelho, a pessoa volta às suas atividades normais (trabalho, estudo, etc.) acompanhado de uma pasta aonde deve marcar toda e qualquer refeição (incluindo líquidos e lanches), anotando o início e o final das mesmas, deve anotar também os períodos em que permaneceu deitado (horário em que deitou e que levantou), e principalmente, deve anotar toda vez que apresentar algum sintoma, explicando o que sentiu. Sem esses dados, não será possível analisar os dados do exame. No dia seguinte, a pessoa deverá retornar e o aparelho será retirado.

Posso tomar meus remédios normalmente antes do exame?

Alguns medicamentos devem ser suspensos antes do dia do exame, conforme descrevemos abaixo:

  • Medicamentos para o estômago à base de: Omeprazol, lansoprazol, pantoprazol, rabeprazol e esomeprazol, devem ser suspensos 10 dias antes;
  • Medicamentos para o estômago à base de: Cimetidina, ranitidina e famotidina devem ser suspensos 3 dias antes;
  • Antiácidos (Mylanta plus, Maalox plus, Kolantyl, etc.) devem ser suspensos 24 horas antes;
  • Medicamentos para náuseas à base de Bromoprida, Metoclopramida, Domperidona, devem ser suspensos 24 horas antes.

 

Posso realizar minhas atividades diárias normalmente durante o período de monitorização?

O exame de pHmetria deve ser realizado com o paciente mantendo uma atividade diária o mais próximo do normal possível. Apesar disto, há algumas coisas que não são recomendadas.

Não tome banho de chuveiro nem mergulhe enquanto estiver com o monitor. Não passe por detector de metais ou aparelhos de Rx em aeroportos. Não se aproxime a uma distância menor que 1metro de microondas em funcionamento

Posso me alimentar normalmente durante o exame?

Evite comer ou beber frutas e sucos cítricos em geral.

Sua dieta deverá ser, de resto, dentro dos padrões que usa habitualmente. Se lembre de registrar cada coisa que puser na boca como chicletes e balas.

 

Indicações

  • Dor torácica de origem não cardíaca;
  • Tosse crônica;
  • Sintomas de refluxo gastro-esofágico;
  • Regurgitação alimentar;
  • Disfagia ou odinofagia (dificuldade ou dor para engolir, respectivamente);
  • Vômitos ou náuseas de repetição;
  • Em portadores de doença do refluxo gastro-esofágico com dificuldades na resposta terapêutica clínica;
  • Pré-operatório de cirurgias para correção de hérnia de hiato.
  • Controle evolutivo após cirurgias sobre o cárdia, etc.

 

 

 

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