Obesidade

A obesidade já é reconhecida pelo Ministério da Saúde como um problema de saúde pública, atingindo próximos de 30% da população adulta. No Brasil, existem cerca de um milhão de obesos mórbidos e este número está crescendo a cada ano, assim como nos países desenvolvidos. 


Estatísticas mostram que, na faixa dos 25 aos 35 anos, a taxa de mortalidade dos grandes obesos, com o dobro ou mais do peso ideal, é 12 vezes maior do que na população em geral. Essas pessoas morrem mais cedo porque acabam desenvolvendo doenças decorrentes da sua obesidade. É muito raro encontrar um grande obeso que chegue aos 70 anos. A mortalidade por cirurgia bariátrica laparoscópica em publicações feitas no ano de 2009 foi de 0,3%. Estudos vão ainda mais longe, demonstrando que o risco de morte em pacientes obesos submetidos à cirurgia bariátrica é 35% menor do que aqueles (com IMC > 35 Kg/m²) obesos que seguem tentando realizar apenas o tratamento clínico.


Diversas são as causas que levam à obesidade como fatores genéticos, alterações psicológicas, hormonais, ambientais, erros alimentares, sedentarismo entre outras.


Os fatores genéticos são responsáveis por 25% a 50% dos casos de obesidade, mas esses fatores e o modo como ocorre essa transmissão genética ainda não são completamente conhecidos. As causas hormonais e o comer exageradamente são causas pouco frequentes da obesidade.


Doenças causadas pela obesidade 


Além de uma qualidade de vida extremamente comprometida e limitada, os riscos inerentes ao excesso de peso levam a uma diminuição da expectativa de vida, devido às diversas doenças ocasionadas pela obesidade: diabetes, hipertensão arterial, doenças respiratórias, hérnias, cálculos na vesícula, artroses, varizes, alterações psicológicas, infertilidade e disfunções sexuais são alguns dos muitos distúrbios decorrentes da obesidade, além de problemas conjugais, no trabalho e social.


Avaliação da obesidade 


Apesar dos diversos recursos disponíveis para a redução de peso como dietas balanceadas, exercícios físicos controlados, tratamento medicamentoso com diferentes drogas, nem sempre se consegue uma redução de peso suficiente, ou o emagrecimento é duradouro, seguido de novo ganho de peso.


Isso se torna mais evidente nos obesos severos, com um excesso de peso acima de 45 Kg, onde o sucesso com o tratamento clínico conservador é quase nulo.


Para sabermos se uma pessoa encontra-se numa situação de obesidade severa devemos utilizar o cálculo de Índice de Massa Corpórea ( IMC)


O IMC serve como referencial para avaliação da Obesidade nos pacientes e subsidiam as indicações para cirurgia bariátrica, que ocorrem nos seguintes casos;


- Em casos onde o excesso de peso atinge um Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 40 Kg/m², por um tempo superior a 02 (dois) anos, e com diversas tentativas de tratamento de emagrecimento com especialistas na área, sem sucesso.


– Casos de IMC acima de 35 Kg/m2², desde que apresentando alguma doença decorrente da obesidade. Para estes casos, a cirurgia é o único método comprovado de redução significativa do peso, mantendo-o ao longo dos anos.

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